| trash |
[Nov. 3rd, 2009|11:12 pm] |
quando dei por mim, tava aqui. (o abandono traz cada consequencia)
oh darling darling, stand by me. |
|
|
| (no subject) |
[Oct. 30th, 2009|01:52 am] |
o pensamento do dia: a dualidade entre buscas coletivas e individuais. conclusão satisfatória não há. |
|
|
| (no subject) |
[Oct. 30th, 2009|01:42 am] |
algumas cenas que vejo me dão vontade de desenhar. a em que ela testava a acústica de um corredor teria as cores verde, preto, azul e branco. me senti tão i fall in love too easily enquanto ela cantava i've got you under my skin. |
|
|
| (no subject) |
[Oct. 13th, 2009|01:56 am] |
feito serpente determinada enroscada troco de pele |
|
|
| inerências |
[Sep. 13th, 2009|09:55 pm] |
|
estou me preparando para isso e aquilo assim como um grande personagem está sempre a caminho de casa. experimento interação, muitas vezes a falta dela, mais para sentir o quanto cabe de mim em cada espaço do que qualquer outra coisa. minha mente é tão inquieta, não democratiza a atividade por todo o corpo que resta. escrevo isso porque, não muito longe daqui, um papel colorido-dividido continha silhuetas entusiasmadas contra a luz embaçada de um raro cenário natural que merece ser registrado. nunca antes eu havia considerado a chance de uma pele tão salgada ser sensual. a aceito com facilidade, como aceito quase tudo. quase. depois, o ar tava tão branco, e na inerte brancura do quarto, eu não soube direito o que pensar ao observar aqueles pobres poros separados por uma estrada de desconfianças, voluntariamente tentando se colar um a um. deixo ser. já me acostumei com a vinda lenta do amanhã, até gosto. é que são muitas categorias, cores, ordens, dinâmicas e sabores a escolher e não lido bem com estas construções. fico armazenando em subterfúgios especiais o alimento para crianças transtornadas, velhos analfabetos, nativos dominados e essas outras dores internas que me fazem acumular trabalho para deus. tá tudo solto porque tenho todo o presente dissolvido em partículas infindas a absorver e processar simultâneamente, e talvez eu seja devagar. ou porque não sei. as palavras falham e ele sabe que preciso de um pouco de tempo. |
|
|
| (no subject) |
[Aug. 24th, 2009|03:17 am] |
|
era tanto plano desperdício superfície pra outono
prato pranto foice silêncio superfoice era insano
maria maria precipício santa foi-se neste ano
|
|
|
| (no subject) |
[Aug. 13th, 2009|05:36 am] |
| [ | ♪ |
| | Os Mutantes - Fuga nº 2 | ] | ainda tenho insigths daquele tão evitado ensaio de sonho. foram pensamentos improvisados que pareciam estar avulsos deste corpo já desacordado. quando eu sei que posso beijá-la, ela não está numa rede ou à porta da minha casa numa gentileza de fim de noite, ela está em qualquer lugar (talvez perto daqui) que recebe uma luz azulada espalhada economizada pela parede imóvel. daquele jeito escuro que deixa pessoas como eu mais vulneráveis. é com uma lucidez etérea que recebo uma mensagem de ternura curiosa curiosa ternura vindo do seu pálido par de olhos. eu que valorizei cada palavra do seu vocabulário como fossem segundos a mais de cheiro de terra molhada (ou polenta com galinha caipira ou pele suada de menina) dentro dos meus pulmões. a boca dela é tão boa no pouco que sorri que garante a alegria dos meus lábios num beijo. uma ante-experiência desvastadora, me deixa sem predileção, sequer referência, de textura ritmo velocidade. amor. de tanto suspender o tempo presente voltando para as minhas sensacenas prediletas de tal irrealidade, a memória comeu algum detalhe, aperfeiçoou a sequência fluência linearidade da coisa toda e, em não muitas trocas de estação, o que fica nítido é um momento apenas. certeiro momento, solto no espaço tempo história delírio.
o momento em que ela me olhou e eu já era dela. |
|
|
| (no subject) |
[Aug. 10th, 2009|05:41 am] |
|
conquisto menos que pondero;
|
|
|
| (no subject) |
[Jul. 28th, 2009|07:06 pm] |
a chuva parecia nunca cessar. abusei tanto dos anticorpos nesta sexta-feira que desde então ando padecendo de disfunções como 38,8ºC de febre, tosse, dor de garganta, dor no corpo, dor dor dor. cheguei a pensar em um testamento suíno, mas a médica que me atendeu no posto Dr. José de Barros Magaldi era mais tapada que eu, me fez esperar um tempão sentindo frio e sono, pra falar que não saberia diagnosticar se era uma gripe normal ou do tipo A e me encaminhou pra um hospital especializado. só me olhou através de máscaras, a dela e a minha, e nem viu minha garganta, tamanho o medo. além da máscara na cara, saí de lá com dois atestados em branco que tavam dando bobeira na sala para até 15 dias de afastamento do trabalho, e eu nem trabalho registrado, mas foi a única forma que encontrei pra me vingar do posto. dormi, a febre passou e não fui no tal Hospital Bandeirantes me medicar antes das 48 horas de sintomas de gripe suína, o que significa que se eu já deveria estar no bico do corvo se fosse o caso. o que eu e minha mãe aprendemos da experiência, conversando com os funcionários e povo do posto, é que a grande mídia, por intervenção do governo, está ocultando mais da metade dos casos de infeccção e morte por conta da pandemia. o Ministério da Saúde está orientando que, neste frio cabuloso, todos com febre acima de 38 graus se dirijam aos postos mais próximos, cujos médicos não têm preparo e vão acumular doentes encaminhados para os tais hospitais especializados. imagino a fila de espera para o atendimento. dessa eu me safei, vou torcer pelos outros. quando penso no porque da divulgação parcial dos casos de gripe suína no Brasil, penso em alarde, penso em pessoas fazendo estoque de comida e se enclausurando em casa, penso em pessoas não indo trabalhar, penso na economia interna e externa prejudicadas, considerando que o país tem tendência a ser um dos infectados. nada disso é interessante pro Estado, huh. as for me, agora é diclofenaco de postássio para a inflamação na garganta e pontin para a cólica menstrual, que tardou mas não falhou. sinto que quando este inverno e todo seus males passar serei uma nova mulher e até darei um novo nome a ela.
|
|
|
| (no subject) |
[Jul. 20th, 2009|04:28 am] |
|
dentro do caos, ele vê uma cósmica harmonia entre formas e tamanhos. |
|
|